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LIBERDADE DE EXPRESSÃO

 

        Já no Art.5° da nossa Constituição se vê a preocupação do legislador de garantir a todos o direito de expressar livremente o seu pensamento. Por outro lado sabemos que não podemos entender tudo ao pé da letra. Não é por existirem tais garantias que qualquer pateta pode chegar à redação de um jornal            e mandar inserir suas baboseiras. Tampouco pode usar o jornal para divulgar suas idéias alguém que pense diferente do dono do jornal. Tudo isto vale também para os demais meios clássicos de comunicação entre os quais entendo Rádio e Televisão. Apesar de serem concessões do Estado, estes veículos também têm dono, que por vezes manda mais que o próprio Estado.

        Entretanto houve uma mudança, que vem atrapalhando os planos de muita gente, com o advento da Internet. Mas não sabemos até quando vamos poder usar os sites e blogs para a nossa Liberdade de Expressão, pois os governos que por ela se sentem ameaçados, ao menos os dos países desenvolvidos, já reagiram. Realizando intensas campanhas contra terrorismo e pedofilia, conseguiram formular leis que permitem buscas e confisco de computadores e arquivos, bem como a penalização os seus operadores. Além disto, nossos e-mails e telefonemas sofrem controle por parte do sistema Aechelon.

            Falando em terrorismo, permitam que inclua uma rápida digressão do nosso tema. Não é que o Grande Irmão lá do Norte acabou de pedir à Alemanha uma maior ajuda militar no combate aos Talibãs do “indestrutível” Osama lá no Afeganistão. Bom, se o nosso presidente é “o cara” a chanceler de ferro lá deve ser “a cara”. De imediato respondeu que para garantir a segurança e a liberdade do povo alemão, ela não poderá se furtar a atender a este apelo. É que não se fazem mais guerras como antigamente. A guerra contra o terrorismo no Afeganistão já completou ou está completando sete anos. Está sendo travada pelo império americano e seus aliados, dispondo das armas e dos recursos mais modernos, de precisão cirúrgica, mesmo assim de efeitos devastadores. Mas não conseguem dominar aquela pequena área de terra. Só não entendo o que é que a indústria bélica faz com tanto lucro. Era isso. Voltemos ao assunto de hoje.

        Como estava dizendo, ainda nos valemos da Internet para usar da liberdade de expressão do nosso pensamento. Precisamos saber usar para garantir a sua manutenção. O próprio provedor deste blog, a UOL, determina que sejam observadas determinadas regras. Entendo que são justas e não vejo porque não observá-las. Mas vejo e compreendi também que existem pessoas cujo objetivo, ao participarem da seção de comentários, é unicamente o de provocar tumulto. Nada construtivo, nada que acrescente.

        Se daqui para frente for negado espaço a estas entidades, isto nada tem haver com falta de liberdade de expressão, mas, sim, com o propósito de sobrevivência deste canal de comunicação. A intenção deste autor é atrair leitores e não afugentá-los.

 

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NÃO AO RACISMO

 

        Que bonito, não? Todo mundo diz sim diante desta conclamação de forte apelo humano. Vimos esta faixa ainda agora na África do Sul durante o Campeonato de Futebol das Confederações. Tudo bem, não fosse por um detalhe: a palavra “racismo” lembra automaticamente “nazismo” e com isto o “alemão malvado” volta à mente das pessoas. Pronto, mais uma vez atingido o objetivo dos seus detratores.

        Em meio a toda esta polêmica em torno da Segunda Grande Guerra uma das coisas que mais me chocam é quando vejo pessoas de grande responsabilidade social, educadores, intelectuais, manifestar a convicção, de que durante os efêmeros doze anos do Terceiro Reich a Alemanha teria praticado uma odienta discriminação racial. Isto, bem como a de terem os alemães se considerado uma “raça superior” são mentiras deslavadas. Durante o tempo em que eu lá estive não vi qualquer demonstração que buscasse aviltar membros de outros povos ou que considerasse o próprio como eleito ou acima dos outros.

        O próprio Hitler já dizia em seu livro “Minha Luta” Nossa etnia alemã não mais repousa num núcleo racial uniforme (...) a poluição sanguínea que atingiu o nosso povo... Não houve incitação através da mídia, nem mesmo contra os judeus. É claro que durante os discursos dos grandes lideres o Judaísmo Internacional não escapava das acusações e de ser responsabilizado pela guerra. Mas o que quero dizer é que não houve aquela instigação do povo ao ódio como poderia se supor quando se fala da cultura ao racismo. Como exceção pode ser alegada a Noite de Cristal entre 9 e 10/11/1938, um quebra/quebra de lojas judaicas, cujo motivo teria sido o assassinato cometido por um judeu de um diplomata alemão em Paris. Não sei, não presenciei, não quero minimizar, mas já vi quebra/quebra acontecer por causa da venda de um pente e de um comerciante que não quis fornecer a respectiva nota fiscal.

        Evidentemente eu só posso falar com uma visão que é a do povo, mas acho que esta é a que é importante neste contexto. Também me é possível citar mais outro aspecto. Como todos da minha idade, fiz parte da juventude organizada. Ali assumi pequena liderança, chefiando um grupo de 25 a 30 crianças. Entre outras responsabilidades havia a de dar uma palestra, ou instrução por semana. Se realmente fosse verdadeira a propaganda difamatória que vem sendo feita, o tema ou conteúdo destas aulas certamente teria como objetivo inculcar nestes jovens exatamente tal racismo e pretensa superioridade racial. Pois não era isto o que acontecia. Recebíamos orientação sobre o que deveríamos falar em forma de livretos, dos quais tenho um guardado e que pode ser visto na imagem anexa. Suas 98 páginas versam exclusivamente sobre a história da cidade de Hamburgo,

 

onde vivíamos. Têm fotos, mapas, poemas, mas ninguém vai encontrar nelas a palavra “Jude”, expressões de ódio, ou similar.

        Agora, que havia uma intenção de “limpar o sangue” isto não ficou só evidente com o Reichsbürgergesetz (lei da cidadania) e com o Blutschutzgesetz (lei de proteção do sangue), aprovados pelo congresso unipartidário alemão em 15.9.1935. Ambas as leis restringiam os direitos da comunidade judaica. Era mais um convite para que emigrasse e foi o que a maioria fez.  Entendo que aí já não foi discriminação, foi guerra mesmo. Outros povos fizeram isto antes e ninguém os chama de racistas.

        Como Hitler já dera a entender em seu livro, ele pretendia melhorar a saúde da população. Ele próprio não fumava e queria que ao menos as mulheres não fumassem – die deutsche Frau raucht nicht (a mulher alemã não fuma) – era um bordão constante, naquele tempo! A assistência social e médica foi muito incrementada. Deu-se muita atenção ao desenvolvimento físico, à cultura do corpo. Ginástica e esportes em geral eram incentivados nas escolas e na juventude organizada. Para as moças de 17 a 21 anos foi criada a organização Glaube und Schönheit (Fé e beleza). O Naturismo, inicialmente proibido, depois foi estimulado. Tudo para quê, criar uma raça superior, ou simplesmente tornar mais saudável a existente? É o propósito das academias, dos spas, dos salões de estética etc. de hoje, ou não?

        Não duvido que tenha havido tentativas pontuais de seleção genética, buscando unir loiros altos a loiras de olhos azuis. Se houve, não era oficial, pois Hitler, Goebbels e muitos outros do primeiro escalão não eram o que se pudesse chamar de lídimos representantes wikings.

        Dizer que os alemães do Terceiro Reich eram racistas é discriminação às avessas. Faz parte da técnica dos detratores, que, aliás, gostam de colocar negros, homossexuais e judeus no mesmo saco. Porque será? A pecha de racismo cabe muito bem a muita outra gente...

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ALEMANHA É INIMIGA DE SI MESMA

 

            Já falamos aqui sobre o fato de não ser a Alemanha uma nação soberana (ensaio nr.11) e que não há tratados de paz com os países que foram seus adversários na Segunda Guerra. O que na verdade existe é uma trapalhada jurídica de proporções galácticas. Senão vejamos:

 

1945 – Ao final da guerra o território do Reich Alemão (incluindo a Áustria e a região dos Sudetos) é ocupado por forças armadas americanas, britânicas, francesas e soviéticas e dividido em zonas de ocupação subordinadas aos respectivos comandantes. Os Sudetos voltam a ser ocupados pela ressurreta Tchecoslováquia.

        As zonas sob ocupação de forças ocidentais são reunidas sob uma administração civil e denominadas RFA - REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA. A área sob comando soviético passa a ser RDA - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DA ALEMANHA.

 

1990 – São estabelecidas regras conclusivas sobre a Alemanha através do “Tratado Dois mais Quatro” para o qual presidente russo Michael Gorbatschow havia sugerido integrar à RFA República Federal da Alemanha, não só a zona de ocupação soviética RDA, objetivo deste tratado, mas também a região que fora entregue à administração polonesa. Inconcebivelmente isto foi rechaçado pelo então chanceler alemão Helmuth Kohl.

        Por consequência o que se chama de Alemanha hoje, a RFA, de forma alguma pode ser visto como o ex-Reich, a nação que esteve envolvida na Segunda Guerra, nem sua sucessora. Entretanto esta mesma RFA já se tornara membro do “Pacto do Atlântico Norte” (1954), da OTAN (1955) e finalmente em 1973 associou-se às Nações Unidas. Tudo, evidentemente, sem consulta popular.

 

        Acontece que as NAÇÕES UNIDAS, a ONU, não são tão unidas assim. A ONU tem INIMIGOS, como deixa claro o item 2 do artigo 53 do seu Estatuto, ou seja, “qualquer Estado que, durante a Segunda Guerra Mundial, foi inimigo de qualquer signatário da presente Carta”. Portanto coexistem Alemanha, signatária e Alemanha, inimiga da ONU. Confira abaixo o texto estatutário da entidade que pretende garantir a paz mundial. Tomei a liberdade de grifar as passagens mais interessantes.

 

Artigo 53

1.O conselho de Segurança utilizará, quando for o caso, tais acordos e entidades regionais para uma ação coercitiva sob a sua própria autoridade. Nenhuma ação coercitiva será, no entanto, levada a efeito de conformidade com acordos ou entidades regionais sem autorização do Conselho de Segurança, com exceção das medidas contra um Estado inimigo como está definido no parágrafo 2 deste Artigo, que forem determinadas em consequência do Artigo 107 ou em acordos regionais destinados a impedir a renovação de uma política agressiva por parte de qualquer desses Estados, até o momento em que a Organização possa, a pedido dos Governos interessados, ser incumbida de impedir toda nova agressão por parte de tal Estado

2. O termo Estado inimigo, usado no parágrafo 1 deste Artigo, aplica-se a qualquer Estado que, durante a Segunda Guerra Mundial, foi inimigo de qualquer signatário da presente Carta.

Artigo 107

Nada na presente Carta invalidará ou impedirá qualquer ação que, em relação a um Estado inimigo de qualquer dos signatários da presente Carta durante a Segunda Guerra Mundial, for levada a efeito ou autorizada em consequência da dita guerra, pelos governos responsáveis por tal ação.

 

        Parece que temos aí a explicação do fenômeno que nos é proporcionado por um simulacro de Estado, cujas instituições são voltadas contra o próprio povo, cujas leis punem quem procura defendê-lo.

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CRER OU NÃO CRER

 

            Entra dia e sai dia, entra ano e sai ano e de repente você descobre que etapas que você julgava vencidas permanecem incompletas, obstáculos que pareciam superados ainda lá estão em pleno desafio. Você cambaleia. Tem sentido?  Aí me lembro do meu velho amigo João Manoel Simões (não vai ler isto, porque odeia computador) citando Fernando Pessoa “tudo vale a pena / se a alma não é pequena”.

            Portanto volto a um assunto que pretendia deixar de lado. Não por medo do nosso deputado Zaturansky Itagiba, a serviço do poder financeiro internacional. A lei que este intrépido representante do povo (qual?) propõe ainda não está em vigor. Então voltemos ao assunto.

            CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO existiram na Alemanha sob regime nacional-socialista. A finalidade conhecida era a de internamento e reclusão. Assim como aqui se adverte alguém que está por fazer algo errado “você vai para a cadeia”, lá era corriqueiro dizer “você vai p’ro KZ (campo de concentração)”. Único caso de internamento que conheci pessoalmente foi o de pessoa que cometeu saques em casas destruídas por bombardeio aéreo. O sujeito foi libertado no final da guerra e de imediato conseguiu privilégios, a ponto de ser o único civil a andar de moto para cima e para baixo. Próximo a Hamburgo, cidade onde morei, havia o campo de Bergen-Belsen. Uma vez ou outra vi grupos de pessoas sendo conduzidas para o trabalho na fábrica LEUNA, onde eram produzidas máscaras contra gás. Comentava-se que eram prisioneiros de Bergen-Belsen. Outro caso do qual eu deveria ter tomado conhecimento, mas não tive, era o de Auschwitz. Auschwitz fica perto de Cracóvia, onde meu pai trabalhava dirigindo a filial da SANITAS de Berlim, produtora de aparelhos eletro-medicinais (raio-x etc). Ele tinha boas relações com médicos poloneses e nunca se ouviu falar de que a cerca de 50 km havia um local onde estariam sendo exterminados milhões de seres humanos.

            Existiam também os campos de internamento de prisioneiros de guerra. Segundo Wikipedia Bergen-Belsen era originalmente campo de internamento de 10 mil prisioneiros de guerra

russos que teriam sido “torturados e assassinados” para dar lugar ao campo de concentração. Uma Wikimentira. Especialmente os russos e ucranianos eram cedidos a empresários e agricultores para suprir a falta dos trabalhadores alemães, recrutados para as frentes de batalha. Gozavam de grande liberdade e depois da guerra muitos não queriam voltar ao seu país. Por sinal, os milhares ou milhões de prisioneiros de guerra internados pelos alemães nunca movimentaram a mídia mundial com queixas ou denúncias sobre maus tratos que pudessem ter sofrido.

            VÍTIMAS DE EXTERMÍNIO – Há um número símbolo de seis milhões de judeus que teriam sido vítimas de genocídio planejado por parte dos alemães. Às vezes sobe para vinte ou baixa para quatro e meio ou cinco milhões. São feitos cálculos exotéricos e abstratos (como abstrato é o próprio número símbolo) segundo os quais seria impossível matar e incinerar tanta gente em tão pouco tempo. O mesmo tipo de cálculo afirma que dados populacionais de antes e de após guerra também não confirmariam tal quantidade.

            Em 2002 a revista alemã Spiegel (que lá é Veja e Isto É juntos) publicou o resultado de um estudo do seu redator-chefe Fritjof Meyer dizendo que em Auschwitz morreu um total de 510.000 pessoas; que os números divulgados anteriormente eram produto da propaganda soviética e que a confissão do comandante do campo Höss foi obtida mediante tortura desumana. Por pressão dos politicamente corretos foram iniciadas ações judiciais contra  Fritjof Meyer, com base no famigerado § 130 do Código Penal Alemão, mas todas arquivadas.

            Uma das qualidades (ou defeito) do alemão é ser minucioso. Portanto é de acreditar que tenha existido um cadastro pormenorizado de todos os internos de Auschwitz/Treblinka. Em l989 a União Soviética liberou os quase completos registros de Auschwitz segundo os quais lá morreram 66.000 prisioneiros desde que começara a funcionar.

            Na Alemanha de após guerra foi instalado um notariado (International Tracing Service) especial para cuidar das certificações de óbito de ex-internos dos campos de concentração de Auschwitz, Bergen-Belsen, Buchenwald, Dachau, Flossenburg, Gross Rosen, Lublin, Mauthausen, Mittelbau, Natzweiler Neuengamme, Ravensbrück, Sachsenhausen, Stutthof, Theresienstadt, outros. É o Tabelionato de Arolsen. Até 31.12.1983 para Auschwitz consta o registro de 53.633 óbitos, enquanto a soma de todos é de 282.077. Em Auschwitz as autoridades polonesas já retiraram em abril de 1990 o número de 4.000.000 (de vítimas) do memorial lá existente.

            Parece sintomático também o fato de aparecerem valas comuns na floresta de Katyn dos milhares de oficiais poloneses mortos pelos soviéticos. Descobriram valas comuns com grande número de corpos na Eslovênia, vítimas de comunistas e muitas outras na região balcânica. Mas sabe-se de valas comuns onde tenham sido enterradas vítimas dos alemães?

            VÍTIMAS POLONESAS E OUTRAS – Coincidentemente os poloneses também reivindicam perdas de seis milhões de vidas humanas. Chegam a este número levando em consideração dados demográficos de 1931 comparados aos de 1946, só que incluíram Danzig (Gdansk) e outras cidades que em 1931 eram alemãs onde residiam, segundo em 1933 registrou o censo alemão, 8.123.000 alemães. Nos dados de 1946 faltam 3,378 milhões, não de poloneses, mas, sim, de alemães que destas cidades foram enxotados ou assassinados.

            Que uma Alemanha, uma França, Itália, Inglaterra possam contabilizar com relativa precisão o número de pessoas que perderam com a guerra é perfeitamente compreensível, mesmo que cartórios e outros registros tenham sido destruídos. Já afirmar-se o mesmo de uma União Soviética, que recrutou gente dos mais recônditos e insondáveis recantos do seu imenso território,que usou como arma sua grande superioridade numérica, em cujo território a guerrilha assumiu proporções inimagináveis, não é aceitável.

            CÂMARAS DE GÁS – Jornal Die Zeit de 19.8.1960 informa que em Dachau, Bergen Belsen e Buchenwald nunca houve gaseamento de Judeus.

            As câmaras de gás mostradas aos turistas visitantes de Dachau foram construídas APÓS a guerra por SS-prisioneiros a mando dos americanos.

            O Relatório Leuchter (The Leuchter Report: The End of a Myth, Samisdat Publishers Ltd.1988), produzido pelo maior especialista americano em câmaras de execução a gás, afirma que nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau e Majdanek NÃO houve execuções por gaseamento.

            O mesmo afirma o engenheiro químico alemão Germar Rudolf. Por ter publicado os resultados de suas pesquisas Rudolf foi processado, condenado e está preso  -  na Alemanha!

            Já quem afirma sua existência são garotos propaganda como Elie Wiesel, Simon Wiesenthal, Wilkomirski, Ben Abraham (vide ensaio 09 – Opinião).

            EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS – Neste ponto já fica difícil contradizer as denúncias que têm sido feitas, só que não é possível imaginar que, nas condições a que uma guerra submete um país, este possa desviar recursos humanos e materiais para tal fim.

            O importante jornal alemão Welt am Sonntag, de 6/3/1977 conta a história de Ilona Sugar, que com 32 anos de idade foi libertada de um CC alemão (não diz qual) onde foi vítima de experiência científica. Transplantaram-lhe o coração da esquerda para a direita e o fígado da direita para a esquerda. Sem anestesia. Isto mesmo, ao vivo! E sobreviveu, ao menos até esta data em que foi entrevistada.

Continua

 

 

Continuação do nr. 13 - CRER ou NÃO CRER

 

            PERSEGUIÇÃO A HOMOSSEXUAIS, CIGANOS E OUTROS – No Brasil frequentemente se vê notícias que aliam judeus, negros e homossexuais como vítimas de agressões antisemitas. Como na Europa de então a quantidade de negros era inexpressiva, sempre são citados outros grupos minoritários como sendo perseguidos e recolhidos a campos de concentração.

            Como coetâneo posso dizer que entre a população pouca atenção era dada ou se exigia contra ou a favor destas minorias. Não havia uma propaganda que procurasse incitá-la. Praticar atos homossexuais era contravenção. O §175 do Código Penal previa pena de prisão. Isto desde há muito tempo antes do regime nacional-socialista. Ciganos (nunca vi por lá)  possivelmente tenham se exposto a sanções, porque numa Alemanha simplesmente não era possível viver sem endereço fixo, registrado na respectiva delegacia de polícia (até hoje). Outros grupos, como Testemunhas de Jeová, por exemplo, entraram em conflito com as autoridades por se negarem a prestar serviço militar. Ora, daí a sofrerem extermínio planejado, é um caminho um tanto difícil de acreditar.

 

            Antes de concluir com um espaço em que procuro definir as atividades correlatas atuais, quero dizer que eu não li, mas quem leu as 7.061 páginas dos livros de Churchill, Eisenhower e de Gaulle editados entre 1948 e 1958 afirma que neles não se encontram as palavras CÂMARAS DE GÁS, GENOCÍDIO nem SEIS MILHÕES. Com isto espero ter esgotado definitivamente o que de minha parte posso dizer sobre o assunto e pretendo dedicar os futuros ensaios a outros aspectos da Segunda Grande Guerra e suas conseqüências.

 

QUEM É QUEM

 

HOLOPROMOTER – São os encarregados de produzir e de manter viva a nova imagem do judeu, procurando apagar a do errante e má que carregou por séculos, transformando-o em vítima e perseguido. A atividade teve como vantagem paralela a pecuniária que possibilitou a criação de um Estado e de uma das maiores forças armadas mundiais. Estimula o seu povo a voltar da diáspora, para povoar a “terra prometida”, a qual teria feito jus graças ao sacrifício (Holocausto) ao qual se submeteu. Para conseguir tais objetivos, nobres sob sua perspectiva, serve-se de qualquer meio e do domínio que conquistou junto à grande maioria dos veículos de informação.

HOLOCRENTE – É uma consequência da catequese promovida durante décadas. Absorveu as informações recebidas e não sente qualquer impulso de questioná-las.

HOLOCÉTICO – Descobre incongruências na doutrinação e acaba desconfiando da veracidade do que lhe é apresentado como notório.

REVISIONISTA – Questiona a História quando contada por uma só parte. Busca saber e divulgar o outro lado.

NEGACIONISTA – Tem tão pouco direito de existir quanto o AFIRMACIONISTA. Ambos teriam a obrigação de provar o que dizem, o que, mais de meio século após o acontecido, se torna bem difícil, senão impossível.

 

Parece que o resumo é este: Crer ou não crer, eis a questão.

 

 

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EMBLEMA PROSCRITO (nem tanto)

 

            “Símbolo de felicidade, de saudação, de salvação, entre brâmanes e budistas” (Pequeno Dicionário Ilustrado da Língua Portuguesa) é encontrado na Europa, Ásia até a Polinésia. Raramente na África e América Central. Conhecido como Crux gammata, Croix gammée ou Suástica.

            Na Alemanha atual é rigorosamente proibida a sua exibição ou reprodução por qualquer meio ou forma, segundo acaba de me informar uma editora lá sediada. Mesmo quando se trata de fotos históricas e documentárias em livros etc. é obrigatório borrar a imagem para que a suástica não seja reconhecida. Tarefa muitas vezes bem difícil, pois fez parte da bandeira nacional germânica durante o regime nacional-socialista. Também aqui no Brasil creio não ser de bom alvitre mostrar ou ostentar de alguma maneira esta imagem.

 

            Um esforço do Ministério da Justiça da Alemanha de sensibilizar seus colegas em Bruxelas, para que a proscrição da Suástica se estendesse a toda a área da União Europeia, falhou. Grã-Bretanha, Hungria e Dinamarca se opuseram e os estados bálticos complicaram os debates, exigindo que símbolos nacional-socialistas e comunistas fossem equiparados e que, consequentemente Foice e Martelo também deveria ser proibidos. A Finlândia então foi a responsável pela “pá de cal” na pretensão alemã. Descartou a discussão avisando que a Suástica é um emblema afixado no Reichstag  (Congresso) de Helsinki, bem como, integra a bandeira de unidades da força aérea finlandesa. O jornal Hulvudstadsbladet esclarece: Por ocasião da guerra civil entre tropas “brancas”e “vermelhas”,  após a independência em 1918, o conde sueco Eric Von Rosen presenteou um avião aos Brancos. Este avião veio com o brasão do conde ornado com uma Suástica. Foi o primeiro avião da Força Aérea Finlandesa e que desde então mantém este símbolo.

 

            Curioso em tudo isto é que tão somente as pequeninas nações bálticas se lembraram da tal Foice e Martelo. Mesmo o Brasil, que já sofreu uma Intentona Comunista, que já sofreu um princípio de guerra civil após 1964, adula o distintivo vermelho e persegue a cruz gamada.

 

            A explicação certamente reside no fato de representar a Croix gammée uma ditadura, sim também uma ditadura, mas uma DITADURA DO BEM ESTAR. É difícil de acreditar, porém é assim que a revista Der Spiegel Nr. 10/2005 intitula um artigo sobre o Terceiro Reich. E continua: “Com impostos baixos e reformas sociais os nazistas mantiveram o bom humor da população.” Em seguida a revista pergunta e responde: “como Hitler conseguiu manter sua instável estrutura de poder durante doze curtos anos sofridamente, porém suficientemente estabilizada. Quem busca a resposta faz bem em mudar de perspectiva. O enigma se explica para quem passa a entender o domínio NS como ditadura do agrado. Os favorecidos somam 95% dos alemães. Eles entenderam o Nacional-Socialismo não como um sistema de falta de liberdade e do terror, mas sim como um regime socialmente caloroso, uma espécie de ditadura-do-bem-estar.”

 

            Antecedendo o artigo Der Spiegel ainda mostrava várias fotos em que aparecia a braçadeira com a Suástica.   

 

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ALEMANHA, NAÇÃO SOBERANA?

 

            Acabo de receber atencioso telefonema de um leitor, chamando-me a atenção para um erro que supôs ter encontrado no final do meu livro “O que é verdade?” e sugerindo que fosse incluída uma errata em sua distribuição. Eu escrevera que a Alemanha é um país SEM CONSTITUIÇÃO, o que este leitor contestava. Alegava que lá havia um Grundgesetz, Lei Fundamental, que equivale a uma Constituição.

            Fui obrigado a contrariar o deferente observador. O próprio Grundgesetz diz em seu preâmbulo que se destina a “um período transitório”. E ao seu final, no artigo 146, diz textualmente: “Esta Lei Fundamental perde sua validade no dia que entrar em vigor uma Constituição (Verfassung) que tenha sido ratificada em livre decisão pelo povo alemão.” A Lei Fundamental data de 1948 e esteve sujeita à aprovação das forças de ocupação. Conclusão, a Alemanha não tem Constituição.

            Esta situação leva juristas a dizer que quem capitulou em 1945 foram as forças armadas alemãs, a Wehrmacht, não o Reich Alemão. Este, em direito internacional, estaria subsistindo. A República Federal da Alemanha seria uma ordenação transitória criada pelas potências vencedoras da II Guerra Mundial. Mas, deixemos a teoria e vejamos a prática.

            Um tratado (Deutschlandvertrag) que entrou em vigor em 5/5/1955 ratifica o direito das potências vencedoras ocidentais de estacionar forças de ocupação em território alemão.

            Mesmo contrariando a vontade do seu governo, a Alemanha, como participante do tratado do Atlântico Norte, pode ser levada a participar de uma guerra. Quem comanda de fato as forças armadas alemãs é o Comandante Supremo das forças da OTAN, que é sempre um general americano. Teoricamente a Alemanha pode deixar o tratado, mas não pode impedir a permanência de forças ocidentais no seu território.

            Acordos entre a Alemanha e países lindeiros sobre correção de fronteiras necessitam da aprovação das potências vencedoras.

            Não podemos esquecer também que não existe tratado de paz entre Alemanha e aliados e que a primeira ação de um chanceler eleito nesse país é viajar a Washington para obter a benção do governo americano.

            Finalizo com algumas informações interessantes, não necessariamente divulgadas pela grande mídia diária.

            Aviões de bombardeio americanos partiram de aeroportos alemães para levar sua carga mortífera ao Iraque, a fim de destruir um dos mais progressistas países árabes.

            O aeroporto de Leipzig vem sendo reformado para ser ponto de partida de ações de combate mundiais da OTAN, tanto para transporte de tropas como de armamento pesado.

            Na Baviera está sendo construída uma cidade nova para 3600 soldados americanos e existem planos de ampliação da área de exercícios militares junto a Grafenwöhr  que custarão um bilhão de euros. O arsenal existente nesta área é o maior da Europa.

            Assim já ficamos sabendo que, se a III Guerra começar ali, a Alemanha será novamente a culpada. E ao meu amigo e atento leitor lamento, mas tenho que confirmar: ALEMANHA É UM PAÍS SEM CONSTITUIÇÃO.

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15 MILHÕES FORAM EXPULSOS

 

A expulsão de quinze milhões de alemães de suas terras foi um crime singular para o qual não existe paralelo na história europeia. Mas não se fala disto, nem mesmo na Alemanha, onde o governo não quer prejudicar as relações com a vizinha Polônia e com os tchecos. Entretanto, estes foram apenas os executores, os mandantes, os verdadeiros responsáveis devem ser procurados num escalão um pouco acima.

Vejamos o que o Premier britânico Winston Churchill falou em 15.12.1944 perante a sua Câmara dos Comuns: “No que diz respeito à Rússia e à Grã-Bretanha, os poloneses têm liberdade de estender seu território em direção ao Oeste à custa da Alemanha. Não gostaria de entrar em maiores detalhes, porém as ampliações territoriais, apoiadas por Grã-Bretanha e Rússia, ambas unidas por um pacto vintenário, têm significado de maior importância. Assim o acréscimo no Oeste e Norte é muito mais valioso e inclui região muito mais desenvolvida do que as perdas no Leste. Estamos sabendo que a Polônia deve desistir de um terço, mas devo dizer que deste terço faz parte uma vasta área de pantanal, uma região erma que infla o todo, mas nada acrescenta em riqueza ao seu dono.Com isto demonstrei em traços gerais a proposta que os russos, que ainda são os maiores responsáveis por sua libertação, fazem ao povo polonês. Não acredito que tal proposta seja recusada pela Polônia. Naturalmente a consequência seria uma troca da população no Leste o Norte.O reassentamento de vários milhões de pessoas teria que ser direcionado do Leste para o Oeste e Norte, da mesma forma a expulsão dos alemães – pois isto foi proposto: Desterro total dos alemães – dos territórios que a Polônia ganhará no Oeste e no Norte. O desterro é, a nosso ver, o meio mais satisfatório e duradouro. Não haverá uma mistura da população, que provocaria inúmeros inconvenientes. Far-se-á mesa limpa. A expectativa da troca de população me preocupa tão pouco quanto os grandes reassentamentos. Nas condições modernas são muito mais fáceis de realizar do que a qualquer época.”

O mesmo Churchill disse em 5.10.1945 à Review of World Affairs: “Não se preocupem com os cinco ou seis milhões de alemães... Stálin tratará disto. Não haverá problemas: Eles deixarão de existir!”

Para finalizar as palavras do presidente da então Tcheco-Eslováquia Dr. Eduard Benesch pronunciadas em sua mensagem de natal de 1945: “Estamos solucionando agora nossos problemas políticos. A expulsão dos alemães é para nós um grande, revolucionário e alegre acontecimentos. Poderíamos ter esperado tais resultados no ano de 1938?”

Nesta “troca de população” morreram cerca de três milhões de desterrados.

 

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OPINIÃO

 

            Comentando causos e coisas com um companheiro de pescaria o assunto 2ª.Guerra não podia ficar de fora e a certa altura ele me responde: “não tem dúvida, concordo com você, há muita mentira e fatos distorcidos, mas você não pode negar que mataram seis milhões nas câmaras de gás”. Quando eu pergunto se, em contrapartida, ele pode afirmar que assim fora, retrucará que isto está mais do que provado. Costumo ficar perplexo, pois as pessoas dizem isto com tanta certeza como se tivessem assistido a tudo pessoalmente.

Isto é consequência do tipo de sociedade em que vivemos. O juízo que fazemos sobre um assunto depende da qualidade e da quantidade de informação que sobre o mesmo recebemos ou conseguimos reunir. E quanto a isto não se pode depender dos serviços de informação. Estes em sua maioria, disto ninguém mais pode duvidar, são dirigidos. Resta-nos a pesquisa individual e que pode ser bem eficiente e produtiva, só que, em muitos casos, muito difícil. Mas aquele meu interlocutor que falou “... isto está mais que provado” formou seu conceito com base em informação dirigida. Talvez até tenha ido um tanto além. Para consolidar melhor o que ouvira pelo rádio, televisão e lera nos jornais, possivelmente tenha lido livros dedicados ao assunto. Instruiu-se estudando a matéria sobre o IMT? Tribunal Internacional Militar de Nurenberg que nada tinha de Internacional.  Foi constituído exclusivamente por americanos, russos, ingleses e franceses, contrariando um princípio básico de direito. Era puramente um julgamento de vencidos pelos vencedores. Testemunhos contra os acusados eram aceitos até em fotocópia e sem assinatura. A favor, eram recusados. E quantas confissões foram obtidas mediante tortura, cuja licitude hoje é até reconhecida oficialmente pelos Estados Unidos.

            Para provar também “o que está mais que provado” existem nas bibliotecas do mundo inteiro milhares de livros dos sobreviventes, como do famoso Simon Wiesenthal, conhecido como “caçador de nazistas”, mérito pelo qual ganhou de Jimmy Carter uma medalha de ouro. Segundo afirmou foi um dos 34 sobreviventes de 150.000 prisioneiros do campo de Mauthausen. Wiesenthal inventou a estória da fabricação de sabão e de um método sui generis de extermínio, o elétrico. Quinhentos prisioneiros eram imprensados na sala de banho, cujo piso era de metal. Quando as duchas sobre suas cabeças começaram a despejar a água o piso recebia uma carga elétrica de 5000 Volts. Eli Rosenbaum, responsável no Ministério da Justiça americano pela procura de nazistas, assim se expressou em 1996 sobre Wiesenthal: “Ele é incompetente, ego maníaco, propagador de notícias falsas. Ele enganou sobreviventes. Enganou a nos todos”. Outro informador é um tal Binjamin Wilkomirski, na verdade Bruno Doesseker, que só viu um campo de concentração como turista, mas cujo livro “Fragmentos”é um bestseller até hoje no Brasil. Devemos citar também Elie Wiesel, prêmio Nobel da Paz, que por motivos não esclarecidos se tornou especialista em câmaras de gás. É que nos seus primeiros livros, 1956 em ídiche e 1958 em francês, ele, como sobrevivente de Auschwitz, não faz referência às mesmas. Wiesel é aquele que junto ao seu pai preferiu acompanhar seus carcereiros alemães quando as tropas soviéticas se aproximaram de Auschwitz no fim da guerra.

            Não podemos deixar de lembrar como fonte de informação o nosso Ben Abraham. Ben Abraham disse em 1989 na Bandeirantes, no Canal Livre, que passou cinco anos e meio em Auschwitz. Um ano depois, na Educativa do Rio Grande do Sul, falou que sua temporada neste campo foi de duas semanas e meia (veja vídeos em www.inacreditavel.com.br ). Pois parece que este eficiente informador já escreveu dez livros sobre o assunto que teriam vendido mais de 700 mil exemplares. Uma pergunta que se ajusta bem ao tema de hoje: Porque será que ele vende duzentos e tantas vezes mais do que eu?

            Por falar nisso: O livro “O que é verdade?” no qual reuni os 65 primeiro ensaios publicados neste blog, já pode ser encomendado em compraschain@gmail.com .

08

EM CAUSA PRÓPRIA

 

Lembrei-me que há dez anos eu estava dando os últimos retoques nesta aventura literária em que me arrojei e que acabou se consolidando no ano seguinte com o lançamento da primeira edição do meu livro “...e a GUERRA CONTINUA”.  Hoje a gráfica me avisou que estão terminando a encadernação do meu segundo trabalho do gênero: “O que é verdade?”. Que diferença! Em apenas uma década conseguimos sair de um quase underground para um ambiente bem mais sincero, honesto, aberto, democrático(?). Digo isso com uma ressalva: já estão tentando criar lei no nosso Congresso para voltar atrás.

Há dez anos foi muito difícil conseguir achar uma gráfica disposta a imprimir aquele texto. Nem pensei em procurar uma editora. Livraria? Só para vender por baixo do balcão. Honrosa exceção seja feita àquela que topou a parada, acompanhou-me até hoje com a maior fidelidade e acabou  assumindo a publicação da segunda edição. Naquele tempo eu escondia o estoque de livros no sótão da minha casa com medo de ser alvo de “busca e apreensão”. Não foi fácil. Pouco antes, durante o governo militar, ainda se apreendia e proibia livros, entre eles “Os Protocolos dos Sábios do Sião” (será que foram queimados?). Em 1996 houve o injusto julgamento daquele incansável batalhador gaúcho S.E.Castan, confirmado de forma mais incompreensível ainda pelo STF em 2003 ou 2004.

Aquela época da virada do século/milênio parece ter sido o auge da campanha de difamação do povo alemão. Ainda em 2001 a sociedade secreta israelense B’nai B’rith reunia-se em Montevidéu e uma de suas decisões foi a de investigar a publicação brasileira Humanus e seus correspondentes mundiais. Era considerada antisemita e chegou a ser processada judicialmente.

Acredito que estamos respirando um ar mais puro. Na realidade nunca foi nosso objetivo incitar ao ódio, à violência, ao confronto. Queremos uma revolução, sim, uma revolução das mentes. Rever e corrigir as falsidades que durante décadas foram implantadas na cabeça das pessoas, criando uma imagem totalmente deturpada do que foi o envolvimento do alemão na II Guerra Mundial.

O ambiente já permite agora que participemos de programas de entrevistas em emissoras de TV não alinhadas, como é o caso da TV Educativa. Isto em horário nobre! Alguns trechos desta nossa participação podem ser vistas no YouTube. Você pode acessá-los através do seguinte endereço:

http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=344

Também, já que estamos falando de endereços eletrônicos, posso dizer que os livros “...e a GUERRA CONTINUA” e, dentre de alguns dias, “O que é verdade?”, podem ser encomendados diretamente do editor através do e-mail: compraschain@gmail.com Quero lembrar que o segundo é uma coletânea dos 65 ensaios publicados neste blog durante os dois primeiros anos.

Peço desculpas aos leitores por esta divagação um tanto pessoal. No próximo ensaio procurarei voltar ao que vínhamos fazendo, a buscar a verdade, a verdade sobre a II Guerra Mundial.

07

“NEGACIONISTAS”

 

            Tenho a leve impressão de que daqui para frente vamos ser confrontados com este neologismo com maior frequência.  Isto por dois motivos. O primeiro é que o “revisionistas” está um tanto desmoralizado e o outro é que os seus inventores querem preparar futuras ações. Lembremo-nos de que ainda está no Congresso o Projeto Lei 987/2007 do deputado Marcelo Zaturansky Itagiba, deste mesmo que preside atualmente a CPI dos Grampos. Projeto que procura criar uma lei no Brasil que “penaliza quem negar ocorrência do holocausto...” (grifo do redator). Várias nações, Alemanha à frente, já incluíram em sua legislação tal afronta à liberdade de pensamento e de expressão, que todos propalam em suas respectivas constituições ou leis básicas. Milhares de pessoas se encontram atrás das grades por acreditarem em sua lei maior e no bom senso.

            Visto assim, fica fácil encontrar o motivo para que se procure criar esta nova palavra e, consequentemente um novo carimbo a ser aplicado na testa dos que atrapalham seus planos.

            Pessoalmente acho que não é por aí. Quando terminou a guerra (a 2ª.GM) eu estava lá, no meio daquele enorme vazio que se criara depois da tempestade, em meio as ruínas, em meio a desolação e diante da nova autoridade representada por forças armadas em seu estranho uniforme cáqui. Rádio e publicações impressas voltaram pouco a pouco a funcionar, agora sob nova direção. Começamos a ser bombardeados com notícias. Notícias incríveis, horrores, holocausto...

            Ao mesmo tempo todos tratando de sobreviver. A população foi submetida a um regime de fome do qual ninguém que vive tempos de normalidade pode fazer alguma idéia (800 calorias/dia). Eu fiquei quase dois anos obcecado pelo objetivo de conseguir voltar ao Brasil. Pois é, também passei a ter como certo aquilo que os noticiários propagavam. Também acreditei no holocausto. Naqueles primeiros anos o tema preponderante era Buchenwald, Dachau e Bergen-Belsen. O campo de Auschwitz era pouco noticiado, só bem mais tarde veio a ser a nau capitânia da campanha.

            É uma tendência que todos nós temos: acreditar no que está escrito. Basta um redator de revista escrever que capim gordura é bom contra tosse e já vai ter um monte de gente experimentando a receita. Imagine-se uma notícia, ou melhor, uma versão de um tema repetida durante decênios. Passa a ser um dogma e, quando começam a aparecer muitos hereges, apela-se para recursos medievais.

            Mas não há como evitar os hereges. Cá e lá surgem os que descobrem falhas no texto que vem sendo divulgado. Não só entre aqueles que têm algum interesse pessoal ou étnico de se colocar em defesa dos acusados, mas por todo o mundo ocorre contestação. De toda parte são levantadas questões, motivos e provas que fazem com que se duvide do que afirmam os promotores da campanha do holocausto.

            No meu livro “...e a guerra continua” eu cito os motivos que me levaram a não acreditar que tivesse havido um genocídio programado de quase a metade do então povo judeu. Desde então estes motivos só se multiplicaram. Mas note-se que falei em NÃO ACREDITAR. Não posso NEGAR que houve atos desumanos, cruéis e de corrupção nos campos de concentração. A partir de julho de 1943 a própria divisão judiciária da SS começou a analisar atos criminosos nesta área. Até o final da guerra foram indiciados cerca de 800 casos. Destes 400 resultaram em processos, dos quais a metade chegou à sentença com penalizações inclementes. Os comandantes de Buchenwald e de Lublin foram condenados a pena máxima e executados. Isto foi obra da justiça alemã durante a guerra. Não tenho notícia de que a justiça dos países aliados tenha perseguido os responsáveis pelo barbarismo praticado pelos americanos depois da guerra nos “Rheinwiesen”, por exemplo (ver James Baque – Outras Perdas).

            Qualificar alguém de “negacionista” é simplesmente mais uma manobra para manter viva uma versão que não se sustenta, além de agressão ao vernáculo.

06

POR TRÁS DO PANO

 

            Creio que a confiança e credulidade, com que o mundo começou a observar esta nova e tão diferente figura presidencial americana, já tenham dado lugar a uma certa dose de cautela. Esta realmente se faz necessária quando o assunto é política, seja ela doméstica ou internacional.

            Quem lembra do jogo de cena, na época que antecedeu à II Grande Guerra, de um Franklin Delano Roosevelt, comandante mor dos Estado Unidos, vai ver que nada deve ter mudado. Para conseguir do congresso a aprovação do seu New Deal, medidas de reformas sociais e de combate à crise econômica a partir de 1933, Roosevelt prometeu manter a neutralidade do seu país. Esta neutralidade acabou fixada em lei. Entretanto em março de 1939 Roosevelt assegurava ao ministro do exterior inglês Halifax, que na Europa preparava a guerra contra a Alemanha, não constituir tal lei impedimento que não pudesse superar. E mais, garantiu a Halifax que o seu ministro das finanças Morgenthau passaria a desenvolver medidas drásticas de discriminação financeira e econômica contra a Alemanha. Ainda não havia guerra.

            Lembremo-nos que na época o primeiro ministro britânico era Chamberlain, que mantinha uma posição em relação à Alemanha que pode ser considerada amistosa, revelada ainda em discurso no dia 15 de março de 1939. Esta posição também foi apoiada no dia seguinte por Sir John Simons em discurso na Câmara dos Comuns, provocando forte protesto da mídia amestrada inglesa. Um dia depois o seu ministro do exterior que trabalhava na surdina, conluiado com Roosevelt, transmitiu a este a determinada assertiva de que a partir daquele instante os lideres ingleses passariam a educar a opinião pública para a necessidade de uma ação decidida. Situação semelhante foi a do ministro do exterior brasileiro, Osvaldo Aranha, que muito antes do presidente Getúlio Vargas comprometeu-se com a política americana.

            E as tratativas e tramas dos que queriam a guerra continuaram. Halifax preparou uma das mais incríveis intrigas da diplomacia moderna, dizendo agora que a Romênia estava sendo ameaçada pela Alemanha. A Grã-Bretanha dominava o âmbito financeiro da Romênia e grande parte de sua indústria petrolífera. Uma delegação comercial alemã se encontrava em Bucarest, capital daquele país, onde foi assinado um tratado econômico em 23 de março de 1939. O embaixador romeno em Londres era um tal Virgil Tilea. Devidamente preparado pelo lorde Vansittard, assessor do governo de Sua Majestade e que tinha um ódio mortal aos alemães, Tilea afirmou que a Alemanha teria ameaçado Bucarest com um ultimato, a fim de se apoderar do controle de toda a economia romena. O fato entrou na história como a “Mentira Tilea”. Tanto era mentira que mais de um ano depois a Romênia veio a se aliar ao Eixo. Mas na época foi devidamente usado para servir aos interesses dos que instigavam o mundo para a guerra. Através do Times o do Daily Telegraph milhões foram informados da fome insaciável de Hitler de conquistar o planeta.

            Da mesma forma que mais tarde saberíamos que o Iraque precisava ser subjugado, porque possuía armas de destruição em massa, coisa que, aliás, sabemos de muitos países. Também foi através de intrigas e conchavos que o Brasil foi levado a entrar numa guerra, trazida ao seu território, não pelo pretenso inimigo, mas, isto sim, pelo seu grande aliado.

05

VARIAÇÕES SOBRE O MESMO TEMA

 

            Hoje me deu vontade de fugir um pouco do habitual, apresentando um misto de notícias e comentários mais condensados.

 

PRESO – Segundo a “Jewish Chronicle” (fundada em 1843 em Londres) , edição de 3 de outubro do ano passado, foi preso no aeroporto de Heathrow pela polícia inglesa o cidadão australiano, de descendência germânica, Frederick Torben. Ele estava voando de Nova Iorque a Dubai e Londres era apenas uma escala do voo. A polícia cumpria um mandado de prisão europeu a pedido do governo alemão, que o acusa de inserir continuadamente notícias na internet, negando o Holocausto ou relativando-o. A notícia é comentada por Geoffrey Alderman, judeu, em longo artigo publicado no dia 30 no mesmo periódico. Alderman condena o acontecido, os dispositivos legais que o provocaram e finaliza: “É tarefa dos historiadores analisar, questionar e, se necessário, corrigir o que a sociedade sabe da História. Nisto o Estado não deveria se intrometer, de forma alguma. Muito menos na Grã-Bretanha, que se gaba de ser um baluarte da Ciência.” Pois é, Frederick Torben analisou, questionou e emite sua opinião. Isto é crime?

 

HOLOCAUSTO – Qual o significado real desta palavra? Consultando um dicionário um pouco mais antigo como este Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa editado em 1971 vamos saber: Holocausto  s.m. Sacrifício em que se queimavam as vítimas entre os judeus; a vítima assim sacrificada; (por ext.) sacrifício; expiação; abstração da vontade própria para satisfazer a de outrem. Segundo os meios informativos atuais significa um genocídio de milhões de judeus que teria sido praticado a mando do então governo alemão. No decorrer dos anos surgiram muitas discrepâncias, tanto quanto ao número de mortos quanto aos métodos empregados. A última e até hoje oficialmente incontestada redução do número de vítimas foi feita pelo redator da revista SPIEGEL, Fritjof Meyer, cujas pesquisas teriam chegado ao número máximo de 356 mil, bem como à inexistência de câmaras de gás em Auschwitz. Curiosamente Meyer até hoje não sofreu qualquer penalização judicial. No Brasil o deputado Marcelo Zaturanski Itagiba está propondo lei que penaliza negação de Holocausto e de outros crimes contra a humanidade. Porque o nosso deputado brasileiro não quer que se analise e questione a história contemporânea?

 

HOLODOMOR – Em 23 de novembro de 2007 o Presidente ucraniano Viktor Juschenko criou o ano em memória ao Holodomor. Holodomor significa a fome produzida pelo regime comunista na Ucrânia nos anos 1932 a 1933, durante a qual de sete a dez milhões de ucranianos sofreram uma morte lenta e dolorosa. Ucrânia era a maior produtora de grãos da Europa e seu povo proeminentemente de agricultores independentes deveria ser submetido ao regime coletivo próprio do stalinismo. Para tanto confiscaram todos os gêneros alimentícios, até mesmo as sementes, originando um período de fome catastrófico. A palavra Holodomor é composta do ucraniano “holod” (fome, privação de alimentos) e “moryty” (extermínio). O Holodomor foi reconhecido em 2003  pela ONU como crime contra a humanidade. Seria também proibido estudar melhor estes acontecimentos, por serem crimes contra a humanidade?

 

DESTERRO – Com o fim da II Guerra Mundial de 12 a 13 milhões de alemães foram enxotados de sua terra. Mais uma vez a Alemanha perdeu parte do seu território. Quando se constituiu o Reich, em 1871, ocupava 541.265 km2. Em 1937 eram 470.714 e hoje são 357.029 km2. Se após a primeira guerra as áreas que perdeu apenas mudaram de soberania, desta vez a maioria dos seus habitantes foi expulsa, perdendo seus bens e podendo levar pouco mais que a roupa do corpo. Pior, houve muita violência e crueldade. Houve gente que foi morta a pauladas.  Calcula-se que cerca de dois milhões e meio de alemães perderam a vida neste processo. Eram homens, mulheres e crianças, a população civil das terras que a Alemanha perdeu. Também é crime contra a humanidade, mas o governo alemão  não quer que se fale do assunto. Não quer que se construa um memorial que recorde o fato para as gerações futuras, porque poderia ofender a susceptibilidade de nações vizinhas.

 

É isto aí...

A RELIGIÃO NA ALEMANHA HITLERISTA

 

            Um tanto motivado pelo tema antecedente, vejo-me tentado a abordar o deste título. Ao contrário do que é geralmente suposto ou até afirmado, na Alemanha daquele tempo o Estado não interferiu em questões religiosas, ao menos no que se refere às duas grandes religiões cristãs. Continuava valendo a máxima ditada em 22 de junho de 1740 pelo rei da Prússia Frederico II: No meu Estado cada qual pode alcançar a salvação à sua maneira. Uma situação bem diferente daquela que desde a revolução bolchevique imperava na Rússia e em toda a União Soviética, onde ser adepto de uma igreja cristã podia significar uma sentença de morte. Para uma melhor compreensão dos acontecimentos históricos não é demais lembrar que era grande a presença do elemento judeu na revolução capitaneada por Lênin. Segundo o Anuário Cultural Humanus, 2005, logo depois da tomada do poder pelos comunistas, dos 545 integrantes da sua cúpula 447 eram judeus e apenas 30 russos. Mas voltemos à Alemanha.

            Já em julho de 1933, poucos meses após assumir o governo, Hitler se posicionou bem com a igreja católica firmando com o Vaticano a “Concordata”, uma convenção entre Estado e Igreja sobre assuntos religiosos da nação. O Vaticano admirava Hitler, assim como apoiou Franco na Espanha e Mussolini na Itália. Ainda em novembro de 1939, após início da guerra, quando houve um atentado a Hitler, o Papa Pio XII lhe enviou congratulações pessoais pelo “milagroso salvamento”. Uma atitude bem menos hipócrita o que a que carateriza o Vaticano de hoje.

            Para ilustrar o relacionamento vigente entre governo e igreja na Alemanha, cito a seguir alguns trechos do emblemático telegrama enviado a Hitler em 30.6.1941 (dias depois de iniciada a guerra contra a União Soviética) pelo Conselho Espiritual da Igreja Evangélica Alemã e publicado em 9 de julho de 1941 em Berlim pelo Gesetzblatt der Deutschen Evangelischen Kirche:

            “O Conselho Espiritual (...) assegura ao senhor, meu Führer, nestas horas arrebatadoras, novamente a imutável lealdade e disposição ao sacrifício de toda a Cristandade evangélica do Reich. O senhor, meu Führer, baniu o perigo bolchevista ao seu próprio território e conclama agora o nosso povo e os povos da Europa a participar do embate decisivo contra o inimigo mortal de toda ordem e de toda cultura cristã ocidental.“ O documento segue ainda enfatizando o perigo que o Bolchevismo representa para todas as nações do mundo.

            Ao mesmo tempo, em 24 de agosto de 1941 aconteceu em Moscou o Congresso Internacional dos Judeus (citado de “Deutsche Hochschullehrer-Zeitung”3/1967, pag.11) que aprovou uma resolução da qual destaco:

            “Irmãos judeus de todo o mundo: Deixem que a sagrada chama da vingança ilumine a cada hora mais e mais os seus corações! Estejam prontos para agir a cada minuto. Vocês devem fazer tudo o que estiver ao seu alcance para desmantelar as fontes de ajuda econômica dos fascistas, onde quer que vocês vivam neste mundo. (...) Boicotem seus produtos em toda parte. Lutem junto aos nobres Partisans, dispostos ao próprio sacrifício! Desenvolvam em todo o lugar uma propaganda de longo alcance em busca de solidariedade e apoio ativo à União Soviética. (...) A humanidade quer ser libertada da peste marrom. Cumpram com o seu dever nesta guerra santa.”

            Como tenho dito aos caros visitantes deste blog: Entender o passado é compreender o presente. Em questões religiosas me vejo tão somente como observador, porém salta aos olhos que, apesar de oriundas da mesma região, há grandes diferenças entre judaísmo, cristianismo e islamismo. Tanto mais é surpreendente o fato de se poder registrar com frequência cada vez maior os meios de comunicação citarem a religião “judaico-cristã”, assim com hífen. Nada tenho contra. Neste ponto estou com o acima citado Frederico o Grande. Mas será que está se preparando uma espécie de “anexação”? Uma religião mundial?

            Isto me lembra que Bento XVI continua devendo as provas aguardadas pelo bispo Williamson e demais holocéticos.

A VERDADE ACABA APARECENDO

            Existem máximas que a gente nunca esquece. Minha mãe tinha horror à mentira. Uma das pregações que mais ouvi dela foi aquela que diz que “a mentira tem pernas curtas”. Também soube que se mentisse e tivesse que atravessar uma ponte, esta cairia. Pois é, não digo que desde então não tentei dar uma desculpa esfarrapada numa ocasião ou outra, mas não adianta, fico logo vermelho, sem jeito e entrego os pontos.

            É tão somente a verdade que se busca neste Blog do Toedter.  O meu último ensaio sobre o Papa e o Bispo Williamson provocou uma intervenção despropositada na área destinada aos comentários. Não acrescentou coisa alguma, pretendeu apenas criar confusão, como já fizera em ocasião anterior, quando optei por deletá-lo (única vez em dois anos e meio de existência deste blog). Isto aqui não é um grupo de discussão, instituição que já foi comum na internet. Se temos um lugar para comentários, é para ser usado para isto mesmo, para comentar, para contradizer, para complementar, não para perturbar, ou destilar ódios e recalques. Desta vez deixo o interveniente inconveniente, para que os leitores possam melhor julgá-lo.

            E antes de passar à ordem do dia, permitam que cite Daniel Estulin, “A verdadeira história do Clube Bilderberg”, editora Planeta, pg.287: Diz ele que críticas a Israel, aos sionistas ou a qualquer judeu em qualquer lugar do mundo podem ser consideradas um delito (Código Penal israelense, aprovado em 1994). Diz ainda que Israel reclama a jurisdição extraterritorial dos tribunais israelenses em caso de delitos cometidos contra judeus em qualquer lugar do mundo. Portanto é possível que o citado inconveniente interveniente já tenha registrado sua queixa contra este insolente escriba.

            Mas vamos ao assunto de hoje, que até tem alguma relação com o anterior. Dia 5 deste mês pequenas notícias nos jornais davam conta de que CORPOS DE 5.000 VÍTIMAS DA 2ª. GUERRA FORAM ENCONTRADOS EM MINA NA ESLOVÊNIA. Não se trata de vítimas do Holocausto! Vejamos um pouco de Geografia (ou História). Até 1919 a Eslovênia fazia parte do grande Império Austro-Húngaro. Antes disto já pertenceu à Bavária. Entre a sua população havia uma expressiva participação da etnia teuta. Perdida aquela primeira guerra e desfeito o tal império foi constituída ali, a mando dos vencedores e sob comando da Sérvia, a Iugoslávia, que integrava tudo aquilo que hoje, novamente a mando dos donos do mundo, são nações independentes incluindo a Eslovênia, bem ao Noroeste. Faz fronteira com a Áustria, Itália e Croácia. Pois a Iugoslávia aliou-se à Alemanha na 2ª.Grande Guerra, só que um golpe de estado na capital Belgrado fez com que fosse ocupada militarmente pelos alemães. Mas os comunistas, comandando os partisans deram muito trabalho às forças germânicas. Perdida a segunda guerra pela Alemanha os comunistas começaram na região uma impiedosa e sangrenta perseguição a todos que de alguma forma tivessem demonstrado simpatia ou até adesão aos alemães.

            Agora acharam cerca de cinco mil corpos de pessoas assassinadas pelos comunistas. Foram escondidos dentro de uma mina a 400 metros de profundidade. Túneis que levavam até o local foram obstruídos por noventa metros, em parte até bloqueados por concreto. Mesmo assim foram achados. A Procuradora Geral do Estado Barbara Bregizar acredita que existam cerca de 600 locais onde possivelmente ainda sejam encontradas valas comuns. Uma delas foi descoberta quando se construía uma estrada próxima a Maribor (Marburg). Tenho duas notícias sobre o possível número de corpos ali enterrados, uma fala em 15.000 outra fala em 35.000. Acredita-se que sejam nacionalistas croatas que eram contra o centralismo sérvio e cujo partido, a Ustacha, governou a Croácia de 1941 a 1945. Os autores teriam sido, segundo Andreja Valic, diretora do Instituto Nacional de Reconciliação, a polícia secreta comunista OZNA.

            Já sabemos de tantas valas ou covas comuns onde foram enterrados os milhares de sacrificados em operações de assassinato em massa. Eu pessoalmente recordo muito bem as duas valas comuns no cemitério de Ohlsdorf em Hamburgo onde foram sepultados os que foram mortos pela “Operação Gomorra” anglo-americana. Não todos, porque muitos foram cremados pela “tempestade de fogo” que varreu a parte antiga daquela cidade durante aqueles bombardeios terroristas.

            Mas, com tudo que já foi descoberto, ainda faltam vestígios daqueles seis milhões de judeus, dos um milhão e meio de ciganos, das centenas de milhares de homossexuais que teriam sido assassinados pelos alemães. Por isso sou tentado a repetir: A VERDADE ACABA APARECENDO, mesmo que nada apareça.

 

 

 




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